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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte Final

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte Final


Continuamos a aprender com o relacionamento desses dois. Quantos detalhes, quantas nuances, quanta verdade mergulhada nas entrelinhas mais tênues das atitudes de Charles e Susannah! O artigo de hoje será um pouco mais extenso que os dois anteriores, e se você ainda não os viu, clique aqui para ver a primeira parte e/ou clique aqui para ver a segunda parte.

Sem muita enrolação, continuemos:

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 2

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 2


O que pensar quando estudamos o relacionamento de um homem e de mulher que ocorreu em pleno século XIX? A maioria de nós, num primeiro momento, poderia declarar antiquado ou talvez desnecessário, uma vez que “nossos valores mudaram” ou “a sociedade evolui”. Mas não foi bem isso o que aconteceu quando vimos o primeiro artigo (se você ainda não viu, basta clicar aqui). O que percebemos é que, de fato, ainda temos ainda muito a aprender com os relacionamentos cristãos que aconteceram lá na época dos nossos avós e bisavós.

Mas isso é tema para um artigo futuro... Por enquanto, voltemos à inspiradora história de Charles e Susannah.

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 1

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 1


Tá, você certamente já ouviu falar sobre Charles Spurgeon, o homem apelidado de “Príncipe dos pregadores”, se nunca tiver ouvido falar dele, além de você provavelmente ter chegado agora de suas férias em Marte, basta clicar bem aqui e logo você descobre os imensos diamantes que são as pregações desse cristão.

Mas existe uma parcela da vida de Spurgeon que ainda é pouco comentada: seu relacionamento com a mulher que viria a tornar-se sua esposa – Susannah. Um homem que ainda hoje tem tanto a nos ensinar com suas palavras, certamente pode nos apresentar uma verdade sem preço em suas atitudes.

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Carta a evangélico que faz sexo com a namorada

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Carta a evangélico que faz sexo com a namorada


[Os nomes foram trocados para proteger as pessoas. Embora algumas circunstâncias mencionadas na carta sejam totalmente fictícias, o caso é mais real do que se pensa...]

Meu caro Ricardo,

Ontem estive pregando em sua igreja e tive a oportunidade de rever João, nosso amigo comum. Não lhe encontrei. João me disse que você e a Raquel, sua namorada, tinham saído com a turma da mocidade para um acampamento no fim de semana e que só regressariam nessa segunda bem cedo.

Saí com o João para comer pizza após o culto e falamos sobre você. João abriu o coração. Ele está muito preocupado com você, desde que você disse a ele que tem ido com Raquel para motéis da cidade e às vezes até mesmo depois do culto de jovens no sábado à noite. Ele falou que já teve várias conversas com você mas que você tem argumentado defendendo o sexo antes do casamento como se fosse normal e que pretende casar com Raquel quando terminarem a faculdade.

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Um namoro redimido? - Parte 2

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Um namoro redimido? - Parte 2


PARTE II: UMA ETIQUETA DUVIDOSA

No último post dessa pequena série (Parte I: Definindo os termos), bati bastante na mesma tecla para enfatizar o conceito de namoro sobre os quais esses textos tratarão. Para relembrar, quando eu falo de namoro, eu estou automaticamente falando de “um relacionamento no qual duas pessoas do sexo oposto se comprometeram pública, romântica, emocional e exclusivamente (com ou sem relações físicas) uma à outra sem compromisso imediato de casamento”.

No entanto, na comunidade evangélica, é comum vermos elementos culturais, bons e ruins, sendo removidos do seu contexto e batizados com um termo mais “crente”. Não entrarei no mérito da questão, mas temos, por exemplo, música gospel, filmes cristãos, entre outros, e o namoro com certeza não se escapa. Chama-se o famoso namoro cristão.

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Um namoro redimido? - Parte 1

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Um namoro redimido? - Parte 1


PARTE I: DEFININDO OS TERMOS

O assunto rendeu e acho que está na hora de escrever um pouco mais elaborado a respeito!

Você talvez já leu meu último post sobre namoro. Se não, aqui está. Divirta-se! No post, defini namoro com sendo “um relacionamento no qual duas pessoas do sexo oposto se comprometeram pública, romântica, emocional e exclusivamente (com ou sem relações físicas) uma à outra sem compromisso imediato de casamento”. E, ao desenvolver do texto, me posicionei contra tal relacionamento por 13 motivos específicos (a lista original continha 30, mas dei uma boa enxugada para evitar fadiga). Alguns desses pontos, hoje acredito que poderiam até ser descartados, apesar de estarem certos. Outros poderiam ter sido elaborados mais extensivamente por si sós. Mas, como sou um paradoxo e gosto de ser sucinta mas nunca consigo, decidi manter o texto naquele formato mesmo.

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Por que sou contra o namoro (ou Porque Mr. Darcy me cativa)

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Por que sou contra o namoro (ou Porque Mr. Darcy me cativa)



Relutei muito para postar este texto!

Primeiro, porque ainda tenho muito que aprender e entender sobre todo esse assunto. Escrevo para melhor compreender um assunto. Esse post é um desses casos. Há muitos livros que ainda lerei, muitas referências bíblicas que ainda estudarei e muitos sábios que ainda consultarei.

Segundo, por causa do primeiro, confesso que não estou nem um pouco preparada para responder comentários e críticas sobre o que escrevi aqui. Talvez por isso esteja sendo um pouco precipitada. Mas não pretendo impor minhas ideias; pretendo apenas defendê-las. Caso você discorde, fique a vontade para comentar. Não prometo uma resposta certa, mas uma resposta honesta.

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Piper aborda o Fogo Estranho e o caos carismático

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Piper aborda o Fogo Estranho e o caos carismático

Um mês atrás, John MacArthur organizou uma conferência intitulada "Fogo Estranho" (em inglês "Strange Fire"). A conferência opunha-se ao chamado "evangelho da prosperidade" e, com ele, os excessos da "carismania."[1] Mas em algum lugar pelo caminho tudo o que é carismático e continualista foi varrido na conversa da conferência, acendendo, também, um estranho incêndio online.

A conversa causou a uma série de perguntas dos ouvintes do podcast Ask Pastor John. Antes de embarcar em um vôo para o Oriente Médio, John Piper concordou de colocar em campo algumas das perguntas, especialmente:

  • Se você é um continualista (que crê que os dons sobrenaturais do Espírito continuam ainda hoje), por que tais coisas não são mais frequentemente visíveis em seu ministério?
  • Por que você não parece convencido o suficiente ao ponto de advogar que outros busquem pelos dons de línguas e profecias hoje?
  • Como você define a profecia contemporânea?
  • Há abusos carismáticos que precisam ser abordados?

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O que é Santidade?

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O que é Santidade?


Lamentavelmente, os escândalos ocorridos nas igrejas vêm confirmar nosso entendimento de que em muitos ambientes evangélicos, a santidade de vida, a ética e a moralidade estão completamente desconectados da vida cristã, dos cultos, dos milagres, da prosperidade em geral.

Uma análise do conceito bíblico de santidade destacaria uma série de princípios cruciais, dos quais destaco alguns aqui:

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Ser mulher em tempos de Princesas

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Ser mulher em tempos de Princesas


E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.
Gênesis 2:22-23

No Princípio Deus criou as Princesas, os Príncipes, as Cachorrete... Não, calma!

Hoje vivemos um momento de profunda distorção da Palavra Revelada por Deus nas Escrituras. Um dos artifícios que estão em moda são os da temática relacionamento, namoro, casamento. Doutrinas inventadas, falácias e muita frustração são frutos dessa jogada incrível e rentável.

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Meditações noturnas sobre o Livro da Vida

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Meditações noturnas sobre o Livro da Vida


George Blader me fez uma boa pergunta depois do nosso culto de domingo à noite. Eu tinha argumentado que o “Livro da Vida” é uma lista de todos os eleitos a quem Deus escolheu antes da fundação do mundo. Estar inscrito ali é estar seguro no amor eletivo da soberania de Deus.  É por isso que Jesus disse aos discípulos: “Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.” (Lucas 10:20). Argumentei com Apocalipse 17:8 que os nomes estão escritos no livro da vida “antes da fundação do mundo”, que isso representa eleição livre e incondicional de Deus antes nascermos ou de ter feito algo para merecer a bênção de Deus. E argumentei com Apocalipse 20:15 que ter o nosso nome no livro da vida significa que teremos vida eterna e que não seremos lançados no lago de fogo. Minha conclusão, foi (através de Lucas 10:20, Filipenses 4:3, Apocalipse 17:18 e 20:15) que antes da fundação do mundo Deus escreveu os nomes de seu povo escolhido em um livro, de modo que estar naquele livro é ser eleito e protegido por toda a eternidade.

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Sobre o uso do termo "religião" entre os protestantes

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O que é a religião? É Deus colocando-Se em comunicação com o homem, o Criador com a criatura, o infinito com o finito - Charles Spurgeon

Hoje em dia, o termo “religião” é muito mau visto e utilizado, entre incrédulos e crentes: Irei enumerar apenas algumas considerações sobre o uso do termo, e considerar o verdadeiro e legitimo uso pelos cristãos.

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Deus não realizou meu sonho - Mark Altrogge

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Deus não realizou meu sonho - Mark Altrogge


Sting é um cantor incrível. Sem nenhum esforço ele pode atingir notas que somente os cães conseguem ouvir. Ele é claramente dotado por Deus. Em várias ocasiões, eu o invejei por seu talento e sucesso.

Quando era adolescente, eu assisti a estreia americana dos Beatles no programa do Ed Sullivan e a trajetória da minha vida mudou para sempre. Era como se eu tivesse bebido apenas água toda a minha vida e de repente tivesse tido uma degustação de um frappuccino de chocolate com menta. Agora eu tinha um sonho – ser como os Beatles – escrevendo músicas legais, me apresentando para multidões escandalosas e sendo perseguido por fãs. Segui o meu sonho pelo ensino médio e faculdade, escrevendo canções e tocando em uma banda de rock , “Phoosh” (o som de alguma coisa indo muito rápido). Tenho certeza que a Phish roubou nosso nome anos depois.

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Equívocos perigosos - as armadilhas do diabo - A.W. Tozer

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Equívocos perigosos - as armadilhas do diabo - A.W. Tozer


"Fé", disseram os primeiros Luteranos, "é uma coisa perturbadora." Mas algo aconteceu com a doutrina da justificação pela fé tal como Lutero ensinou.

A fé de Paulo e Lutero era algo completamente radical. Ela jogava toda a vida do indivíduo para cima e o fazia em uma outra pessoa por inteiro. Ela mantinha o controle da vida e a colocava sob a obediência de Cristo. Ela tinha uma finalidade para a vida humana. Ela mantinha-se presa no coração do homem. Ela realinhava todas as ações da vida e as colocava de acordo com a vontade de Deus.

Mas a fé agora representa nada além de uma concordância moral passiva com a Palavra de Deus e na cruz de Jesus. Para exercitá-la nós temos somente que descansar em um dos joelhos e abaixar nossas cabeças em concordância com as instruções de um trabalho pessoal destinado a salvar a nossa alma. Esse tipo de fé não perturba as pessoas. Ela as conforta. A face de seus egos é lavada e suas autoconfianças são resgatadas do desencorajamento.