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Dr. Craig Responde: Definição de "ateísmo"

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Dr. Craig Responde: Definição de "ateísmo"


NOTA: Você pode estar se perguntando: "Mas o último 'Dr. Craig Responde' foi o número #0003, porque está sendo publicado o #0006?". Bem, o Racionalizando segue uma doutrina reformada, e, humildemente, discordamos em muitas questões teológicas que são defendidas por Craig. A decisão inicial da equipe do site era de publicar mesmo as respostas das quais divergimos doutrinariamente, mas, em sabedoria, mudamos nossa decisão, e para não causar nenhum tipo de confusão, não realizaremos a tradução ou divulgação de qualquer resposta que possa induzir ao erro conforme a nossa posição teológica. Assim, algumas perguntas não serão publicadas aqui, mas podem ser acessadas diretamente pelo site ReasonableFaith.org (em inglês). Agradecemos a compreensão de todos.


PERGUNTA: Em minhas discussões com ateus, percebo que têm usado a expressão de que lhes “falta a crença em Deus”. Dizem que isso é diferente de afirmar que Deus não existe. Não sei bem como responder a isso. Parece-me um jogo tolo de palavras e é logicamente o mesmo que dizer que não se acredita em Deus. Como eu poderia dar uma boa resposta para isso?

Obrigado pelo seu tempo.

Steven

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 3]

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 3]


Capítulo Quatro: Os Milagres São Racionais?

 

Ateístas tipicamente negam a existência histórica de milagres e eventos extraordinários nas Escrituras. Seus argumentos têm influenciado os círculos acadêmicos onde os estudiosos oferecem explicações alternativas das narrações da Bíblia a tempo tido como literais e históricas. Alguns rotulam narrações, consideradas históricas pelo próprio Cristo, como fábulas e mitos. Particularmente embaraçantes para alguns são as narrações históricas como Jonas na barriga de um peixe e Noé salvando o reino animal e a raça humana numa arca. Tais “estórias de crianças” são um pouco melhores do que contos de fadas para muitos. Porém como é para vermos estas narrações? Pode um Cristão no contexto moderno sensatamente manter estes eventos como históricos diante do criticismo duro e o desdém intelectual? Retornemos para a discussão em andamento entre o Sr. A e o Sr.C para mostrarmos que os crentes nunca deveriam ser intimidados pelos argumentos contra a historicidade dos milagres e eventos extraordinários das Escrituras. Ateístas usando estes argumentos operam na mesma suposição insensata de onisciência como ilustrado acima.

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Nenhum mal te sucederá

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A postagem de hoje, para mim, é uma das mais importantes na (jovem) história do Racionalizando, por dois motivos: primeiro porque estamos começando mais um projeto de tradução, desta vez dos textos do pastor (conhecido de todos) John Piper; segundo, estamos dando as boas vindas a um grande e ilustre amigo, Valderir Júnior, que inicia hoje uma grande empreitada junto ao Racionalizando com as traduções desses textos. Deus seja louvado pela vida desses dois grandes homens de Deus.

Com grande alegria e satisfação no Senhor, vamos ao artigo.

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Dr. Craig Responde: Como é possível que Deus seja o fundamento da moralidade?

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Dr. Craig Responde: Como é possível que Deus seja o fundamento da moralidade?


NOTA: A resposta de hoje do Dr. Craig pode parecer um tanto quanto confusa ou complexa para aqueles que não estão habituados com o assunto, principalmente por conta das referências e dos pensamentos citados. Em breve, realizaremos uma postagem explicando detalhadamente o Argumento Moral para a existência de Deus sob a ótica de William Lane Craig e Alvin Plantinga. Por enquanto, vamos à resposta. Eu confio que vocês vão entender.

PERGUNTA: Minha pergunta tem a ver com a discussão sobre Deus como um ser logicamente necessário, no livro em que o senhor debate com Antony Flew [Stan Wallace(org.), Does God Exist? Réplicas de K. Yandell, P. Moser, D. Geivett, M. Martin, D. Yandell, W. Rowe, K. Parsons e William Wainwright. Aldershot: Ashgate, 2003].

Para esclarecer, o senhor afirma que Deus, para ser logicamente necessário, tem de ser onipotente, onisciente em todos os mundos possíveis. O senhor demonstrou esses pontos mediante os argumentos: kalam, ajuste fino e argumentos morais, respectivamente. Esse resumo está certo?

Minha indagação diz respeito à objeção de Yandell/Swinburne. De acordo com eles, Deus não serve para explicar a objetividade da moralidade. O senhor argumenta que é pelo fato de ser logicamente necessário que (entre outras razões) Deus pode explicar a moralidade, o que parece (segundo penso) um argumento circular, uma vez que o senhor precisa da prova do argumento moral para demonstrar que Deus é logicamente necessário, a fim de poder retrucar a objeção de Swinburne. Mas entendo que o senhor precisa rebater a objeção antes de defender que Deus é logicamente necessário. Qual a sua réplica? Será que entendi corretamente?”.

Thomas

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Por uma Teologia do Sofrimento

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Por uma Teologia do Sofrimento


Depois de (quase) uma semana sem postagens, estamos recomeçando. O motivo? Estou estudando horrores, e ainda tenho que fazer mais um meio milhão de coisas que prefiro chamar de "afazeres cotidianos". Mas um dia a gente ajeita! (Será? kkkk) Isso talvez traga algumas alterações para o Racionalizando, como o fato de (provavelmente) eu passar a postar somente traduções ou somente textos breves durante algum momento, mas, como já dizia o filósofo: "tudo na vida passa, até a uva passa".

Ri gente. Foi piada.

Mas voltando... A postagem de hoje é um prelúdio à uma série que eu sempre tive vontade de fazer, desde o ano passado: o problema do mal. Basicamente eu quero tratar de assuntos tais como a existência do mal na Terra, a existência do inferno, o sofrimento humano, desastres naturais e não-naturais, etc. Tudo isso à luz da existência plena e soberana de um Deus bondoso. Pretendo fazer uma série de vídeos para poder acompanhar o assunto e que deverão serem postados junto com os textos, mas, como eu já expliquei ali em cima, o tempo é contra mim, pelo menos até o fim de novembro.

Mas chega de lero-lero. Vamos ao artigo!