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Confrontar é falta de amor?

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Confrontar é falta de amor?


Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.

É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. A sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8:5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.

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Por que Uzá morreu ao tocar na Arca?

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Por que Uzá morreu ao tocar na Arca?

A história de Uzá e a Arca da Aliança é encontrada em 2 Samuel 6:1-7 e 1 Crônicas 13:9-12. A arca estava sendo transportada, os bois que puxavam a arca tropeçaram, e um levita chamado Uzá segurou a arca. A ira de Deus se acendeu contra Uzá, e Deus o feriu e ele morreu. O castigo de Uzá parece ser extremo para o que poderíamos considerar uma boa ação. Entretanto, existem razões pelas quais Deus tomou uma ação tão severa.

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Porta dos Fundos: Humor, Crime e Impunidade

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Porta dos Fundos: Humor, Crime e Impunidade



Como já diria o próprio personagem do Diabo numa certa peça teatral de comédia: “Tudo tem limite!”. E dessa vez chegou a hora para o Porta dos Fundos. Não é de hoje que esse canal faz questão de debochar e insultar, das mais diversas formas, as religiões – em especial o Cristianismo. Aliás, a temática da religião deve render um excelente retorno em visualizações, uma vez que cerca de 10% dos vídeos do canal se deleitam em injuriar símbolos e práticas religiosas [1].

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Ele se tornou pobre

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Ele se tornou pobre


Percebemos agora o significado para o Filho de Deus de esvaziar-se e tornar-se pobre. Significa deixar de lado a glória (a kenôsis real); o retraimento voluntário do poder; a aceitação de dificuldades, isolamento, maus-tratos, malignidade, incompreensão; e finalmente a morte, envolvendo uma agonia tão grande — mais espiritual que física — que sua mente quase entrou em colapso ao prospectá-la (v. Lc 12:50 e a narrativa do Getsêmani). Isso significou o amor mais sublime já sentido pelos indignos seres humanos, que puderam tornar-se ricos por meio da pobreza dele.

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Sobre a felicidade de ser simples

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Sobre a felicidade de ser simples


Tenho poucas lembranças da minha infância, a mais viva delas, com certeza, era de quando minha mãe me trazia do colégio e ao chegarmos em casa ele preparava uma xícara aconchegante e quentinha de caldo de feijão com um pouco de farinha (aqui no Ceará nós chamamos isso de pirão). Aquilo era tão maravilhosamente bom que é impossível descrever a sensação que eu tinha ao beber aquilo. Esta boba e aparentemente inútil memória sempre me faz lembrar o quanto é simples ser feliz.

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Caio Fábio como "chave hermenêutica": trocando sistemática por idolatria

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Caio Fábio como "chave hermenêutica": trocando sistemática por idolatria

Caio Fábio é como aquelas “velas mágicas” que algumas vezes vemos em aniversários: é preciso assoprar um milhão de vezes até que ela, definitivamente, se apague. Vez por outra a figura deste homem ressurge das profundezas da Internet para trazer alguma palavra herética. Os “ensinamentos” levantados por ele nunca são exatamente novidade ou surpresa. Não é nada além do velho e batido liberalismo teológico, e é incrível o fato de ele continuar angariando mais e mais devotos para representarem o seu sistema religioso.

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Fui no restaurante ouvir uma boa música... Hã?!

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Fui no restaurante ouvir uma boa música... Hã?!


Imagine a cena: você chega para um amigo seu e começa a falar "Cara, você não vai acreditar, eu conheci um restaurante fantástico! A música de lá é maravilhosa! Tem um casal que faz um dueto ao vivo excepcional! E os garçons, então? Meu irmão, todos eles são tão amigáveis, te cumprimentam quando você entra e quando você sai, sempre com um lindo e amigável sorriso no rosto! Dá gosto de estar ali!".

Bom... Além de achar que você é totalmente esquizofrênico, é provável que ele faça aquela cara de "Oi?" e lhe pergunte em seguida "Mas cara, e a comida, é boa?", ao passo que você responde "Ahhh! Isso só você indo lá pra poder conferir!"

De boa, se depois dessa ele não te der uma bicuda no meio da pleura e sair correndo com medo, você já tá no lucro.

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Deus quer que todos sejamos prósperos financeiramente?

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Deus quer que sejamos prósperos financeiramente?


A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.

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A sociedade pornográfica e o caminho da Santidade

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A sociedade pornográfica e o caminho da Santidade


Podem aparecer tantos "machões" quantos forem para comentar o contrário, mas a pornogarafia é um subproduto da mídia e da sociedade de um modo geral, um produto rejeitado e que mesmo aqueles que consideram um assunto normal prefere evitá-lo pela própria vergonha inerente ao assunto.

E não é uma vergonha derivada de um falso moralismo, mas uma vergonha natural, pois a nudez em si é íntima e discreta, e ninguém, por mais despudorado que seja, deseja ver fotos das suas "partes baixas" espalhadas pelos postes da cidade. E sabe o porquê? Porque a pornografia sempre gera o sofrimento de um dos lados
sempre sai perdendo: seja o lado que se expõe, seja o lado que é exposto (se é que há lá alguma diferença real dentre estes dois significados).

Não importa se a atriz pornô recebeu uma bela grana para fazer o que fez. Quanto dinheiro vale a sua moral e o seu pudor?

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A cultura, a mentira, e a Rocha

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A cultura, a mentira, e a Rocha



Atualmente (será?) as demandas sociais minoritárias têm surgido e tomado espaço na "democracia" de um modo cada vez mais avassalador. Para os estudantes de Direito de plantão isso não é novidade, Alexis de Tocqueville  já falava sobre isso lá em 1850: "a democracia corre o risco de se transformar em sua própria antítese, comprometendo seu próprio sistema de duas maneiras: pela atuação de seus agentes e pelo seu conteúdo individualista especificamente excludente." [1]

E afinal não é isso o que temos vivido? Campanhas pelo aborto, união homoafetiva, "marcha das vadias", liberdade (ou libertinagem) da sexualidade, neo-liberalismo político, etc. As pessoas compram a ideia de que todas essas minorias individualistas são fruto da "evolução social" e o pensamento da coletividade se perde em meio à falsa ideia do "bem comum". Os alemães também compraram o nazismo por este mesmo raciocínio.

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"Não tenho ninguém como Timóteo"

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"Não tenho ninguém como Timóteo"


"não tenho ninguém como ele, que tenha interesse sincero pelo bem-estar de vocês, pois todos buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo."
Filipenses 2:20-21

É com esse rasgado e sincero elogio que Paulo, o apóstolo, que esteve encarcerado e impossibilitado de ir a Filipos, relata sobre a escolha e o envio de Timóteo aos Filipenses. Um elogio como esse, vindo de um dos maiores sofredores da causa do Evangelho no Novo Testamento (2 Coríntios 11.24-28), não pode nos passar desapercebido.

Ou melhor: não deveria.
 

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O Calvinista - Um poema por John Piper

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O Calvinista - Um poema por John Piper


"O Calvinista" é um poema escrito por John Piper e, neste vídeo, narrado por nada mais nada menos do que: R.C. Sproul, D.A. Carson, Alistair Begg, Thabiti Anyabwile, Matt Chandler, Sinclair Ferguson e, é claro, o próprio John Piper.

Neste poema Piper sintetiza a vida sob a cosmovisão Calvinista: reconhecer a glória de Deus até nas entrelinhas dos momentos mais banais.

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Deus "visita os pecados dos pais nos filhos"?

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Deus "visita os pecados dos pais nos filhos"?


Às vezes, os críticos dizem que as primeiras partes da Bíblia (Êxodo 20:5-6; 34:6-7, Números 14:18) retratam Deus como aquele que “visita a iniquidade dos pais nos filhos”, enquanto partes posteriores da Bíblia (Jeremias 31:29, Ezequiel 18:2; Jó 21:19) rejeita isso e ensina que “os filhos [não serão] condenados à morte por seu pais.” Mas esta maneira evolutiva de pensar sobre o desenvolvimento da doutrina bíblica não se encaixa nos textos. Há três problemas com este ponto de vista.

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte Final

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte Final


Continuamos a aprender com o relacionamento desses dois. Quantos detalhes, quantas nuances, quanta verdade mergulhada nas entrelinhas mais tênues das atitudes de Charles e Susannah! O artigo de hoje será um pouco mais extenso que os dois anteriores, e se você ainda não os viu, clique aqui para ver a primeira parte e/ou clique aqui para ver a segunda parte.

Sem muita enrolação, continuemos:

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 2

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 2


O que pensar quando estudamos o relacionamento de um homem e de mulher que ocorreu em pleno século XIX? A maioria de nós, num primeiro momento, poderia declarar antiquado ou talvez desnecessário, uma vez que “nossos valores mudaram” ou “a sociedade evolui”. Mas não foi bem isso o que aconteceu quando vimos o primeiro artigo (se você ainda não viu, basta clicar aqui). O que percebemos é que, de fato, ainda temos ainda muito a aprender com os relacionamentos cristãos que aconteceram lá na época dos nossos avós e bisavós.

Mas isso é tema para um artigo futuro... Por enquanto, voltemos à inspiradora história de Charles e Susannah.

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 1

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Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 1


Tá, você certamente já ouviu falar sobre Charles Spurgeon, o homem apelidado de “Príncipe dos pregadores”, se nunca tiver ouvido falar dele, além de você provavelmente ter chegado agora de suas férias em Marte, basta clicar bem aqui e logo você descobre os imensos diamantes que são as pregações desse cristão.

Mas existe uma parcela da vida de Spurgeon que ainda é pouco comentada: seu relacionamento com a mulher que viria a tornar-se sua esposa – Susannah. Um homem que ainda hoje tem tanto a nos ensinar com suas palavras, certamente pode nos apresentar uma verdade sem preço em suas atitudes.

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Carta a evangélico que faz sexo com a namorada

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Carta a evangélico que faz sexo com a namorada


[Os nomes foram trocados para proteger as pessoas. Embora algumas circunstâncias mencionadas na carta sejam totalmente fictícias, o caso é mais real do que se pensa...]

Meu caro Ricardo,

Ontem estive pregando em sua igreja e tive a oportunidade de rever João, nosso amigo comum. Não lhe encontrei. João me disse que você e a Raquel, sua namorada, tinham saído com a turma da mocidade para um acampamento no fim de semana e que só regressariam nessa segunda bem cedo.

Saí com o João para comer pizza após o culto e falamos sobre você. João abriu o coração. Ele está muito preocupado com você, desde que você disse a ele que tem ido com Raquel para motéis da cidade e às vezes até mesmo depois do culto de jovens no sábado à noite. Ele falou que já teve várias conversas com você mas que você tem argumentado defendendo o sexo antes do casamento como se fosse normal e que pretende casar com Raquel quando terminarem a faculdade.

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Um namoro redimido? - Parte 2

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Um namoro redimido? - Parte 2


PARTE II: UMA ETIQUETA DUVIDOSA

No último post dessa pequena série (Parte I: Definindo os termos), bati bastante na mesma tecla para enfatizar o conceito de namoro sobre os quais esses textos tratarão. Para relembrar, quando eu falo de namoro, eu estou automaticamente falando de “um relacionamento no qual duas pessoas do sexo oposto se comprometeram pública, romântica, emocional e exclusivamente (com ou sem relações físicas) uma à outra sem compromisso imediato de casamento”.

No entanto, na comunidade evangélica, é comum vermos elementos culturais, bons e ruins, sendo removidos do seu contexto e batizados com um termo mais “crente”. Não entrarei no mérito da questão, mas temos, por exemplo, música gospel, filmes cristãos, entre outros, e o namoro com certeza não se escapa. Chama-se o famoso namoro cristão.

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Um namoro redimido? - Parte 1

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Um namoro redimido? - Parte 1


PARTE I: DEFININDO OS TERMOS

O assunto rendeu e acho que está na hora de escrever um pouco mais elaborado a respeito!

Você talvez já leu meu último post sobre namoro. Se não, aqui está. Divirta-se! No post, defini namoro com sendo “um relacionamento no qual duas pessoas do sexo oposto se comprometeram pública, romântica, emocional e exclusivamente (com ou sem relações físicas) uma à outra sem compromisso imediato de casamento”. E, ao desenvolver do texto, me posicionei contra tal relacionamento por 13 motivos específicos (a lista original continha 30, mas dei uma boa enxugada para evitar fadiga). Alguns desses pontos, hoje acredito que poderiam até ser descartados, apesar de estarem certos. Outros poderiam ter sido elaborados mais extensivamente por si sós. Mas, como sou um paradoxo e gosto de ser sucinta mas nunca consigo, decidi manter o texto naquele formato mesmo.

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Por que sou contra o namoro (ou Porque Mr. Darcy me cativa)

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Por que sou contra o namoro (ou Porque Mr. Darcy me cativa)



Relutei muito para postar este texto!

Primeiro, porque ainda tenho muito que aprender e entender sobre todo esse assunto. Escrevo para melhor compreender um assunto. Esse post é um desses casos. Há muitos livros que ainda lerei, muitas referências bíblicas que ainda estudarei e muitos sábios que ainda consultarei.

Segundo, por causa do primeiro, confesso que não estou nem um pouco preparada para responder comentários e críticas sobre o que escrevi aqui. Talvez por isso esteja sendo um pouco precipitada. Mas não pretendo impor minhas ideias; pretendo apenas defendê-las. Caso você discorde, fique a vontade para comentar. Não prometo uma resposta certa, mas uma resposta honesta.

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Piper aborda o Fogo Estranho e o caos carismático

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Piper aborda o Fogo Estranho e o caos carismático

Um mês atrás, John MacArthur organizou uma conferência intitulada "Fogo Estranho" (em inglês "Strange Fire"). A conferência opunha-se ao chamado "evangelho da prosperidade" e, com ele, os excessos da "carismania."[1] Mas em algum lugar pelo caminho tudo o que é carismático e continualista foi varrido na conversa da conferência, acendendo, também, um estranho incêndio online.

A conversa causou a uma série de perguntas dos ouvintes do podcast Ask Pastor John. Antes de embarcar em um vôo para o Oriente Médio, John Piper concordou de colocar em campo algumas das perguntas, especialmente:

  • Se você é um continualista (que crê que os dons sobrenaturais do Espírito continuam ainda hoje), por que tais coisas não são mais frequentemente visíveis em seu ministério?
  • Por que você não parece convencido o suficiente ao ponto de advogar que outros busquem pelos dons de línguas e profecias hoje?
  • Como você define a profecia contemporânea?
  • Há abusos carismáticos que precisam ser abordados?

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O que é Santidade?

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O que é Santidade?


Lamentavelmente, os escândalos ocorridos nas igrejas vêm confirmar nosso entendimento de que em muitos ambientes evangélicos, a santidade de vida, a ética e a moralidade estão completamente desconectados da vida cristã, dos cultos, dos milagres, da prosperidade em geral.

Uma análise do conceito bíblico de santidade destacaria uma série de princípios cruciais, dos quais destaco alguns aqui:

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Ser mulher em tempos de Princesas

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Ser mulher em tempos de Princesas


E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.
Gênesis 2:22-23

No Princípio Deus criou as Princesas, os Príncipes, as Cachorrete... Não, calma!

Hoje vivemos um momento de profunda distorção da Palavra Revelada por Deus nas Escrituras. Um dos artifícios que estão em moda são os da temática relacionamento, namoro, casamento. Doutrinas inventadas, falácias e muita frustração são frutos dessa jogada incrível e rentável.

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Meditações noturnas sobre o Livro da Vida

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Meditações noturnas sobre o Livro da Vida


George Blader me fez uma boa pergunta depois do nosso culto de domingo à noite. Eu tinha argumentado que o “Livro da Vida” é uma lista de todos os eleitos a quem Deus escolheu antes da fundação do mundo. Estar inscrito ali é estar seguro no amor eletivo da soberania de Deus.  É por isso que Jesus disse aos discípulos: “Alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus.” (Lucas 10:20). Argumentei com Apocalipse 17:8 que os nomes estão escritos no livro da vida “antes da fundação do mundo”, que isso representa eleição livre e incondicional de Deus antes nascermos ou de ter feito algo para merecer a bênção de Deus. E argumentei com Apocalipse 20:15 que ter o nosso nome no livro da vida significa que teremos vida eterna e que não seremos lançados no lago de fogo. Minha conclusão, foi (através de Lucas 10:20, Filipenses 4:3, Apocalipse 17:18 e 20:15) que antes da fundação do mundo Deus escreveu os nomes de seu povo escolhido em um livro, de modo que estar naquele livro é ser eleito e protegido por toda a eternidade.

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Sobre o uso do termo "religião" entre os protestantes

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O que é a religião? É Deus colocando-Se em comunicação com o homem, o Criador com a criatura, o infinito com o finito - Charles Spurgeon

Hoje em dia, o termo “religião” é muito mau visto e utilizado, entre incrédulos e crentes: Irei enumerar apenas algumas considerações sobre o uso do termo, e considerar o verdadeiro e legitimo uso pelos cristãos.

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Deus não realizou meu sonho - Mark Altrogge

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Deus não realizou meu sonho - Mark Altrogge


Sting é um cantor incrível. Sem nenhum esforço ele pode atingir notas que somente os cães conseguem ouvir. Ele é claramente dotado por Deus. Em várias ocasiões, eu o invejei por seu talento e sucesso.

Quando era adolescente, eu assisti a estreia americana dos Beatles no programa do Ed Sullivan e a trajetória da minha vida mudou para sempre. Era como se eu tivesse bebido apenas água toda a minha vida e de repente tivesse tido uma degustação de um frappuccino de chocolate com menta. Agora eu tinha um sonho – ser como os Beatles – escrevendo músicas legais, me apresentando para multidões escandalosas e sendo perseguido por fãs. Segui o meu sonho pelo ensino médio e faculdade, escrevendo canções e tocando em uma banda de rock , “Phoosh” (o som de alguma coisa indo muito rápido). Tenho certeza que a Phish roubou nosso nome anos depois.

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Equívocos perigosos - as armadilhas do diabo - A.W. Tozer

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Equívocos perigosos - as armadilhas do diabo - A.W. Tozer


"Fé", disseram os primeiros Luteranos, "é uma coisa perturbadora." Mas algo aconteceu com a doutrina da justificação pela fé tal como Lutero ensinou.

A fé de Paulo e Lutero era algo completamente radical. Ela jogava toda a vida do indivíduo para cima e o fazia em uma outra pessoa por inteiro. Ela mantinha o controle da vida e a colocava sob a obediência de Cristo. Ela tinha uma finalidade para a vida humana. Ela mantinha-se presa no coração do homem. Ela realinhava todas as ações da vida e as colocava de acordo com a vontade de Deus.

Mas a fé agora representa nada além de uma concordância moral passiva com a Palavra de Deus e na cruz de Jesus. Para exercitá-la nós temos somente que descansar em um dos joelhos e abaixar nossas cabeças em concordância com as instruções de um trabalho pessoal destinado a salvar a nossa alma. Esse tipo de fé não perturba as pessoas. Ela as conforta. A face de seus egos é lavada e suas autoconfianças são resgatadas do desencorajamento.

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Dr. Craig Responde: Definição de "ateísmo"

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Dr. Craig Responde: Definição de "ateísmo"


NOTA: Você pode estar se perguntando: "Mas o último 'Dr. Craig Responde' foi o número #0003, porque está sendo publicado o #0006?". Bem, o Racionalizando segue uma doutrina reformada, e, humildemente, discordamos em muitas questões teológicas que são defendidas por Craig. A decisão inicial da equipe do site era de publicar mesmo as respostas das quais divergimos doutrinariamente, mas, em sabedoria, mudamos nossa decisão, e para não causar nenhum tipo de confusão, não realizaremos a tradução ou divulgação de qualquer resposta que possa induzir ao erro conforme a nossa posição teológica. Assim, algumas perguntas não serão publicadas aqui, mas podem ser acessadas diretamente pelo site ReasonableFaith.org (em inglês). Agradecemos a compreensão de todos.


PERGUNTA: Em minhas discussões com ateus, percebo que têm usado a expressão de que lhes “falta a crença em Deus”. Dizem que isso é diferente de afirmar que Deus não existe. Não sei bem como responder a isso. Parece-me um jogo tolo de palavras e é logicamente o mesmo que dizer que não se acredita em Deus. Como eu poderia dar uma boa resposta para isso?

Obrigado pelo seu tempo.

Steven

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 3]

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 3]


Capítulo Quatro: Os Milagres São Racionais?

 

Ateístas tipicamente negam a existência histórica de milagres e eventos extraordinários nas Escrituras. Seus argumentos têm influenciado os círculos acadêmicos onde os estudiosos oferecem explicações alternativas das narrações da Bíblia a tempo tido como literais e históricas. Alguns rotulam narrações, consideradas históricas pelo próprio Cristo, como fábulas e mitos. Particularmente embaraçantes para alguns são as narrações históricas como Jonas na barriga de um peixe e Noé salvando o reino animal e a raça humana numa arca. Tais “estórias de crianças” são um pouco melhores do que contos de fadas para muitos. Porém como é para vermos estas narrações? Pode um Cristão no contexto moderno sensatamente manter estes eventos como históricos diante do criticismo duro e o desdém intelectual? Retornemos para a discussão em andamento entre o Sr. A e o Sr.C para mostrarmos que os crentes nunca deveriam ser intimidados pelos argumentos contra a historicidade dos milagres e eventos extraordinários das Escrituras. Ateístas usando estes argumentos operam na mesma suposição insensata de onisciência como ilustrado acima.

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Nenhum mal te sucederá

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A postagem de hoje, para mim, é uma das mais importantes na (jovem) história do Racionalizando, por dois motivos: primeiro porque estamos começando mais um projeto de tradução, desta vez dos textos do pastor (conhecido de todos) John Piper; segundo, estamos dando as boas vindas a um grande e ilustre amigo, Valderir Júnior, que inicia hoje uma grande empreitada junto ao Racionalizando com as traduções desses textos. Deus seja louvado pela vida desses dois grandes homens de Deus.

Com grande alegria e satisfação no Senhor, vamos ao artigo.

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Dr. Craig Responde: Como é possível que Deus seja o fundamento da moralidade?

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Dr. Craig Responde: Como é possível que Deus seja o fundamento da moralidade?


NOTA: A resposta de hoje do Dr. Craig pode parecer um tanto quanto confusa ou complexa para aqueles que não estão habituados com o assunto, principalmente por conta das referências e dos pensamentos citados. Em breve, realizaremos uma postagem explicando detalhadamente o Argumento Moral para a existência de Deus sob a ótica de William Lane Craig e Alvin Plantinga. Por enquanto, vamos à resposta. Eu confio que vocês vão entender.

PERGUNTA: Minha pergunta tem a ver com a discussão sobre Deus como um ser logicamente necessário, no livro em que o senhor debate com Antony Flew [Stan Wallace(org.), Does God Exist? Réplicas de K. Yandell, P. Moser, D. Geivett, M. Martin, D. Yandell, W. Rowe, K. Parsons e William Wainwright. Aldershot: Ashgate, 2003].

Para esclarecer, o senhor afirma que Deus, para ser logicamente necessário, tem de ser onipotente, onisciente em todos os mundos possíveis. O senhor demonstrou esses pontos mediante os argumentos: kalam, ajuste fino e argumentos morais, respectivamente. Esse resumo está certo?

Minha indagação diz respeito à objeção de Yandell/Swinburne. De acordo com eles, Deus não serve para explicar a objetividade da moralidade. O senhor argumenta que é pelo fato de ser logicamente necessário que (entre outras razões) Deus pode explicar a moralidade, o que parece (segundo penso) um argumento circular, uma vez que o senhor precisa da prova do argumento moral para demonstrar que Deus é logicamente necessário, a fim de poder retrucar a objeção de Swinburne. Mas entendo que o senhor precisa rebater a objeção antes de defender que Deus é logicamente necessário. Qual a sua réplica? Será que entendi corretamente?”.

Thomas

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Por uma Teologia do Sofrimento

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Por uma Teologia do Sofrimento


Depois de (quase) uma semana sem postagens, estamos recomeçando. O motivo? Estou estudando horrores, e ainda tenho que fazer mais um meio milhão de coisas que prefiro chamar de "afazeres cotidianos". Mas um dia a gente ajeita! (Será? kkkk) Isso talvez traga algumas alterações para o Racionalizando, como o fato de (provavelmente) eu passar a postar somente traduções ou somente textos breves durante algum momento, mas, como já dizia o filósofo: "tudo na vida passa, até a uva passa".

Ri gente. Foi piada.

Mas voltando... A postagem de hoje é um prelúdio à uma série que eu sempre tive vontade de fazer, desde o ano passado: o problema do mal. Basicamente eu quero tratar de assuntos tais como a existência do mal na Terra, a existência do inferno, o sofrimento humano, desastres naturais e não-naturais, etc. Tudo isso à luz da existência plena e soberana de um Deus bondoso. Pretendo fazer uma série de vídeos para poder acompanhar o assunto e que deverão serem postados junto com os textos, mas, como eu já expliquei ali em cima, o tempo é contra mim, pelo menos até o fim de novembro.

Mas chega de lero-lero. Vamos ao artigo!

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 2]

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 2]

Capítulo Dois: Argumentos Baseados em Simples Suposições.

Cristãos fiéis de cada época são confrontados com argumentos inacreditáveis de algumas das maiores mentes da história. Oponentes contemporâneos do Cristianismo frequentemente têm graduações avançadas e podem ser especialistas nos seus campos. Para a maioria dos Cristãos ensinados na Escola Dominical pode ser um tanto intimidante. Devem os Cristãos ser Ph.D para responderem um Ph.D? Contudo, o número e a diversidade de argumentos a favor e contra o Cristianismo são ilimitados. Como pode o Cristão ocupado começar a apreender o grande volume de material? Só em pensar já é desalentador. E enquanto Deus não necessita de defesa (Sua vontade e propósito serão realizados), os Cristãos têm sido ordenados a participar do privilégio de declarar e defender sua fé. Como, então, podem os crentes adequadamente defenderem sua fé em Cristo diante de tão pesada e sofisticada oposição?

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Quando erro e verdade viajam pela mesma rodovia - A.W. Tozer

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Quando erro e verdade viajam pela mesma rodovia - A.W. Tozer




Existem áreas do pensamento cristão, e não só do pensamento mas também da vida, onde as semelhanças e as diferenças são tão difíceis de distinguir que muitas vezes nós temos problemas em defini-las e não sermos completamente enganados. São erros tão habilidosos em imitar a verdade que ambos são constantemente confundidos.

Assim, é de uma importância crítica que o cristão tire o máximo possível de cada recurso que Deus criou para livrar-se do engano. E estes recursos são: oração, fé, constante meditação na Palavra, obediência, humildade, pensamentos sérios e definidos e a iluminação do Espírito Santo.

Estes são tempos em que as almas dos homens têm sido testadas. Os últimos dias estão sobre nós e nós não podemos escapa-los; precisamos triunfar em meio a eles. (1 Timóteo 4:1-2)

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Dr. Craig Responde: E a suposta descoberta do túmulo da família de Jesus?

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Dr. Craig Responde: E a suposta descoberta do túmulo da família de Jesus?



PERGUNTA: Minha fé ficou realmente abalada com a suposta descoberta do túmulo da família de Jesus. Digo a mim mesmo que na verdade não foi isso, mas a dúvida torturante persiste. Por favor, me ajude!

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Casamento Gay: Igualdade ou Privilégios?

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Casamento Gay: Igualdade ou Privilégios?


O assunto da união de pessoas do mesmo sexo é um terreno minado que já deu (e ainda dá) muito o que falar. O grande problema é que, em geral, tanto as conversas informais quanto os debates que tratam do tema tendem a ser direcionados ao uso parcial de certos argumentos que só fazem sentido para quem os usa.

Diante disso, o Racionalizando.com resolveu trazer pra mesa, alguns argumentos que estão sendo praticamente deixados de fora do debate e tentar resolver as coisas em um campo "neutro", ainda que isso seja praticamente impossível. [1]

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 1]

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O que está na caixa? A Fé Insensata do Ateísmo e do Agnosticismo [Parte 1]


Os ateístas modernos veem o ateísmo como justificável e científico enquanto o Cristianismo é descartado como um pensamento ansioso. Ciência e razão têm nos livrado da autoridade religiosa dogmática e da ignorância da fé cega, eles dizem. “Deus” como um conforto para o medroso e a explicação de todas as coisas para a mente simples não é mais necessário. A Ciência expôs esta muleta conveniente como mera fantasia. Pessoas sensatas examinam os fatos do universo para tirar conclusões científicas, deixando a noção obsoleta de um Deus soberano nas prateleiras de livros com outros contos de fadas.

No nosso breve estudo, portanto, iremos examinar as alegações “sensatas” e “científicas” do ateísta e do agnóstico comparadas à fé “insensata” e “cega” dos Cristãos. Poderia o reverso realmente ser verdade? Poderia ser que a fé Cristã não é nem cega nem insensata, enquanto os melhores argumentos do ateísmo e agnosticismo serem construídos de passos sem base, de uma fé cega?

Os resultados poderão surpreendê-lo.

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Dr. Craig Responde: O que dizer sobre o argumento de Richard Dawkins para o ateísmo em seu livro "Deus, um delírio"?

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Dr. Craig Responde: O que dizer sobre o argumento de Richard Dawkins para o ateísmo em seu livro "Deus, um delírio"?

Hoje é um dia especial, a postagem de hoje marca a inauguração de uma série de postagens que só vai acabar no dia do arrebatamento que eu desejava trazer que para o site à MUITO tempo.

A partir de hoje o Racionalizando.com vai trazer duas postagens semanais contendo respostas à perguntas feitas ao William Lane Craig em seu site Reasonablefaith.org. Mesmo sendo um renomado filósofo cristão e, muito provavelmente, o mais apologeta da atualidade, o Dr. Craig é muito simples em suas respostas, a linguagem da qual ele se utiliza é acessível a todos e ele não se esconde de nenhum tipo de dúvida.

Mas agora chega de rasgação de seda e vamos à postagem!

às

ESTÁ VIVO! - Retorno do Site + Inauguração do Canal

(1 comentários)
ESTÁ VIVO! -  Retorno do Site + Inauguração do Canal


Senhoras e senhores! Meninos e meninas! Moças e Rapazes! (tá bom, parei). É com grande prazer que eu anuncio a todos retorno das atividades do Racionalizando.com!

Novidades, vídeos, postagens diárias e mais um monte de coisas.